quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Oilá....

Bem... Estou passando por uma crise de abstinência de algumas pessoas queridas e resolvi fazer um "direto do túnel do tempo" com posts antigos no enoisbrother (pra quem não nos conhece desde o CEFET --> www.enoisbrother.weblogger.com.br)

Algumas pérolas fizeram história e vou tentar colocar uma de cada uma de nós, ok??




Aqui vão dois posts que mostram o que o desespero (e curiosidade) podem fazer com uma pessoa:

sábado, 14 de agosto de 2004


Se essa recompensa não fizer com q o Pepe revele sua identidade...
realmente... ele é um alguém inacreditável!!! Bem, a proposta é tentadora
será q ele resistirá? Ou se entregará aos delírios de um docinho da
Jessy? Pense bem Pepe para depois não se arrepender...

:: Enviado por Natizinha - 23:31:36 ::
0 SAC.

Atenção, atenção!! Vou fazer uma proposta irrecusável! Pepe, eu SEI que vc tem que ser alguém que alguma de nós conhece, do cefet ou sei lá de onde... Se vc realmente estuda no cefet e é da nossa turma ou sei lá, pode revelar sua identidade secreta; ao fazer isso, e veja bem, provar de alguma forma que é o pepe, vai ganhar 1 docinho...
PS: Se eu perceber que as pessoas estão se aproveitando do meu desespero em tentar desvendar este mistério para pegar doce de graça, acabo com a promoção...

:: Enviado por Jessy Motter - 14:45:23 ::



Detalhe: Até hj não sabemos a identidade do Pepe... o.O

domingo, 28 de outubro de 2007

Concorda comigo ou eu sou maluca?

Se tem uma coisa me deixa desconfortável é essa nova moda de colocar uma placa em frente às obras dizendo assim:

"Estamos há xx dias trabalhando sem acidentes. Nosso recorde é de xx dias"

Para pessoas doentiamente criativas e imaginativas feito eu isso é um convite para sórdidos devaneios... Perto da casa da minha vó descobri uma assim... Aí ferrou tudo!
Já pensou passar por lá em um dia e ver "Estamos há 85 dias trabalhando sem acidentes" e no outro ver "Estamos há 1 dia trabalhando sem acidentes"

Já seria o suficiente pra pensar coisas do tipo:

"Estranho... Pra que serve aquela cordinha pendurada perto das tintas?"
"Sei lá... Vou ver!"
...... Aiiiii......
"Droga!!!"

Entendem o tamanho do problema??




domingo, 14 de outubro de 2007

A Via Láctea

Atraso total e imperdoável, mas vai aí o comentário sobre o segundo (e último) filme que assistimos nesse Festival.

A Via Láctea, direção de Lina Chamie, com Marco Ricca (sempre bom!) e Alice Braga (fofa ela!)




Bom! Muito bom!

Vimos no ODEON (o que já é sempre uma alegria!) e achamos mesmo um filme brasileiro que quis e conseguiu com muito sucesso inovar e quebrar padrões! É bom ver que estamos achando nosso caminho no cinema. E dando até uns passinhos mais atrevidos, que é bem o caso de A Via Láctea.
Só me incomodou o jeito da Alice Braga falar... Tira esse ovo da boca, menina! hehehe

Vejam. Vale a pena!!! Mesmo mesmo!

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Festival do Rio (Parte I)

http://www.ghostsofcitesoleil.com/site.html

Foi o que vimos. Eu mais Beth mais Laís. Gostei do filme. Forte e bem produzido. Mostra como nenhum governo autoritário pode dar certo e que lutar pela liberdade sem usar a violência não é uma tarefa fácil e sempre viável como pensam os idealistas (feito essa que aqui escreve! rs)
Vejam pois vale a pena!

Até breve com mais notícias do Festival!

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Mais uma vez, eu sei!!

Novamente de férias! Novamente CPTEC!
Cá estou na colônia de férias mais divertida que pode haver! Hj teve apresentação do SICINPE!
Correu tudo nos conformes e tal... Mais uma visita anual a paradisíaca cidade de São José dos Campos. Uhu.
Bom.... Agora já posso dizer que conheço uma das maravilhas do mundo! Que divertido!
E o Machu Pichu tb! E portanto em muito breve (pelo menos assim espero) conhecerei mais uma!

HP estreiou hj eu estou aqui...

Enfim... Final de post...

sábado, 26 de maio de 2007

Duas versões!

Chico Buarque - A televisão Chico Buarque

O homem da rua
Fica só por teimosia
Não encontra companhia
Mas pra casa não vai não
Em casa a roda
Já mudou, que a moda muda
A roda é triste, a roda é muda
Em volta lá da televisão
No céu a lua
Surge grande e muito prosa
Dá uma volta graciosa
Pra chamar as atenções
O homem da rua
Que da lua está distante
Por ser nego bem falante
Fala só com seus botões
O homem da rua
Com seu tamborim calado
Já pode esperar sentado
Sua escola não vem não
A sua gente
Está aprendendo humildemente
Um batuque diferente
Que vem lá da televisão
No céu a lua
Que não estava no programa
Cheia e nua, chega e chama
Pra mostrar evoluções
O homem da rua
Não percebe o seu chamego
E por falta doutro nego
Samba só com seus botões
Os namorados
Já dispensam seu namoro
Quem quer riso, quem quer choro
Não faz mais esforço não
E a própria vida
Ainda vai sentar sentida
Vendo a vida mais vivida
Que vem lá da televisão
O homem da rua
Por ser nego conformado
Deixa a lua ali de lado
E vai ligar os seus botões
No céu a lua
Encabulada e já minguando
Numa nuvem se ocultando
Vai de volta pros sertões


Pato Fu - Televisão de cachorro

ÀS VEZES PENSO QUE EU ASSISTO TV
COMO O CÃOZINHO QUE OLHA O FRANGO RODAR
QUE MAIS E MAIS SABOROSO DE SE VER
AGUÇA CADA VEZ MAIS MEU PALADAR
E QUANDO UMA GOTINHA DE ÓLEO CAI
COMO UMA NOVIDADE QUE ENTRA NO AR
EU PARO TUDO, EU PARO DE PENSAR
SÓ PRA FICAR TE OLHANDO, TELEVISÃO
PORQUE O QUE ESTÁ LÁ DENTRO
É TUDO O QUE EU QUERO TER
PORQUE O QUE ESTÁ LÁ DENTRO
É TUDO O QUE NÃO POSSO SER
EU PERCO HORAS BABANDO SEM SABER
QUE SE O GALO MORREU NÃO FOI POR MIM
E QUANDO OUTROS CÃEZINHOS VEM ME IMITAR
SÃO TELESPECTADORES NO MESMO CANAL
MAS MEU CACHORRO NADA VÊ NA TV
E É AÍ QUE EU VEJO O BURRO QUE O BICHO É
A TELA PLANA NÃO DEIXA ELE PERCEBER
A PROPAGANDA BACANA DE FRANGO


sexta-feira, 25 de maio de 2007

Compromisso...

Escrevo para reiterar minha promessa inicial de manter fielmente a não regularidade das postagens deste digníssimo blog. Mas é lógico que também não pretendo deixá-lo tão entregue às baratas!
E como já via algumas teias de aranhas penduradas em alguns cantinhos obscuros do mesmo, resolvi voltar!
É incrível como hábitos estranhos nos fazem descobrir coisas inúteis, porém imperceptíveis aos olhos acostumados à nossa mesmice rotineira diária... Essa minha nova mania de às vezes não ter sono antes das duas da matina, me fez perceber que:
--O relógio de pulso do meu pai está bizarramente programado para despertar à 1:54 da madrugada... Vc entende por quê? Eu idem...
--Há uma simpática colônia de mariposas de armário morando na cozinha...(ah, não sei o nome delas de verdade... São aquelas mariposas que nos desenhos saem aos montes de dentro dos armários vazios!) Só ontem contei 6! Informação inútil, mas simpática!

Ahh! Sobre Soppa de Letras! Sim, Pedro Paulo Rangel é genial mesmo, ele e a sua voz que quase também se personifica no palco! Outra voz que não a dele não faria o mesmo efeito!
Mas na peça faltou sei lá... Um borogodó (como diria Camila)! Era incrível e tal, mas batia sempre na mesma tecla... Quem viu sabe!
Queria que agora tivesse outra versão, uma mais carregada de letras políticas. De um tempo que não vivi em que pessoas precisavam rebolar para não serem caladas definitvamente.

Enfim... Um post para desabandonar o blog.

Qualquer dia eu volto! Adiós!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Nessa vida tudo passa, até a uva...

Olá! Hoje foi o famigerado dia da famigerada prova...
O importante é que passou!

Ahh!! Novidade! A Renatinha passou no Fundão ontem! Ela mais Carol. E sim, tenho a honra de dizer que vi a "pessoa" antes de vocês todas! rsrs
Cara a "mudernidade" é uma coisa que me assusta cada vez mais... Sabe, a Renata ali, sentada ao meu lado... Junto de uma pessoinha que nem imagina como é esse mundão aqui fora. E nós ali, vendo seu narizinho, boca e dedinhos inquietos... Incrível!

domingo, 22 de abril de 2007

Abaixo os estereótipos!
















Por que até involuntariamente nos preocupamos tanto com a nossa impressão que deixamos para os outros??



E por que todo mundo fica com essa neura de rotular tudo?! Tantas nuances (geralmente o que realmente importam) são simplesmente apagadas quando nos preocupamos excessivamente com isso. Sério, todos fazemos isso! Quase que o tempo todo! Associamos imagens simplistas com algum determinado comportamento e pronto. Voilà! Pra que saber mais e mais profundamente?

Música do Dia:


Marisa Monte - Cérebro Eletrônico
De: Gilberto Gil (Vesão Marisa Monte)


O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Faz quase tudo
Mas ele é mudo
O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda
Mas ele não anda
Só eu posso pensar
Se Deus existe
Só eu
Só eu posso chorar
Quando estou triste
Só eu
Eu cá com meus botões
De carne e osso
Eu falo e ouço. Hum
Eu penso e posso
Eu posso decidir
Se vivo ou morro por que
Porque sou vivo
Vivo pra cachorro e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
No meu caminho inevitável para a morte
Porque sou vivo
Sou muito vivo e sei
Que a morte é nosso impulso primitivo e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
Com seus botões de ferro e seus





sábado, 21 de abril de 2007

Dose diária de saudosismo!


De um tempo tão mais feliz! Em que até nos dias mais tristes ao menos três boas gargalhadas eram garantidas. E pelo menos uma delas nos fazia perder o ar e lacrimejar...

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Post Inaugural!!!

....

É realmente uma pena esse ser o primeiro post... Estou sem idéias! rs
Bem, depois de SÉCULOS afatastada dessa vida de blog resolvi voltar! Caminhando na contra mão dessa febre de orkut cá estou!

A idéia é bem simples: aqui provavelmente aparecerão coisas engraçadas, reflexões, constatações inúteis (tem vezes que estou com especial inpiração para esse tipo de coisa)... E quem sabe até coisas interessantes mesmo! rs

Bem, acho que é isso...
Ah! Escrever diariamente é uma promessa que eu realmente não devo cumprir, que fique bem claro!

Só para fechar então, uma música que tenho ouvido bastante, dica antiiiga da Laís essa:

Senhas
Adriana Calcanhotto

Composição: Adriana Calcanhoto

Eu não gosto do bom gosto

Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto
Eu aguento até rigores
Eu não tenho pena dos traídos
Eu hospedo infratores e banidos
Eu respeito conveniências
Eu não ligo pra conchavos
Eu suporto aparências
Eu não gosto de maus tratos
Mas o que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto
Eu aguento até os modernos
E seus segundos cadernos
Eu aguento até os caretas
E suas verdades perfeitas
O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gostoEu aguento até os estetas
Eu não julgo a competência
Eu não ligo para etiqueta
Eu aplaudo rebeldias
Eu respeito tiranias
Eu compreendo piedades
Eu não condeno mentiras
Eu não condeno vaidades
O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto do bom senso
Eu não gosto de bons modos
Não gosto
Eu gosto dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem…